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Entrevista com o Prof. Tit. Antônio Carlos Marques, veiculada no Reporter Eco, de 26/03/2017.

Assistir no Youtube: https://youtu.be/k01HQ19vVBU

As ferramentas da biologia molecular, que investigam estruturas e funções do material genético, nem sempre contradizem estudos anteriores que utilizavam apenas a morfologia para classificar os organismos. Recentemente, estudiosos ligados ao Centro de Biologia Marinha (CEBIMar) da USP acabaram confirmando, a partir de sequências de DNA, observações morfológicas meticulosas da metade do século 19. Após as análises evolutivas, eles determinaram que o gênero Bugula, tal como proposto originalmente em 1815, englobava quatro gêneros: Bugula sensu stricto, Bugulina,Crisularia e um gênero novo, que eles denominaram de Virididentula.

As ferramentas da biologia molecular, que investigam estruturas e funções do material genético, nem sempre contradizem estudos anteriores que utilizavam apenas a morfologia para classificar os organismos.

Uma praia arenosa comumente evoca a imagem de um deserto, uma vez que suas areias parecem destituídas de vida. As chamadas praias bravas, ou de tombo, podem realmente fazer juz a esta imagem, pois o forte embate das ondas constantemente movimenta grandes quantidades de areia, modificando o perfil da praia e impedindo que muitas espécies aí se estabeleçam.Por outro lado, as praias mansas ou duras, com seu declive muito suave, que permite realizar longos percursos mar adentro sem perder o pé, abrigam uma fauna abundante e variada. Esta comunidade passa desapercebida da maioria das pessoas devido ao fato de seus componentes encontrarem-se tipicamente ocultos na areia ou expostos ao ar apenas durante os períodos de baixamar. Representantes da maioria dos grupos de animais marinhos podem aí ser encontrados, porém as plantas macroscópicas estão praticamente ausentes, sendo os vegetais representados apenas por diversas categorias de algas microscópicas.

Dez especialistas comandam o trabalho para devolver espécie à natureza local.

Projeto Biota/ Fapesp/ Araçá colhe subsídios em diversas frentes para gestão integrada da área.

O nome pomposo foi escolhido em homenagem a duas personagens da mitologia grega: Cassiopeia, a rainha da Etiópia que com sua vaidade e arrogância teria provocado a ira das Nereidas, e Andrômeda, sua filha, oferecida em sacrifício a um monstro marinho enviado pelo deus Nereu para castigar o reino etíope. Reservada, Cassiopea andromeda não é como outras espécies de água-viva que saem por aí nadando em busca de comida e de parceiros sexuais.

Verão, férias, praias. Para saber quais são as praias próprias para mergulho e quais estão contaminadas, órgãos ambientais fazem análises hidroquímicas de todo o litoral do Brasil. E uma pesquisa conduzida no Instituto de Geociências e na Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (USP) demonstrou a importância da análise geoquímica dos sedimentos e dos bioindicadores marinhos em análises de impacto ambiental, podendo auxiliar na avaliação das praias.

O Centro de Biologia Marinha está com inscrições abertas para o "Programa Instititucional de Pesquisa nos Acervos da USP".  Podem particicipar pós-graduandos, no Brasil ou no exterior, bem como portadores do título de Doutor que estejam, no momento, atuando em programa de ensino e/ou pesquisa junto à instituição brasileira ou estrangeira. A submissão das propostas de trabalho devem ser feitas até 24/02/2017.

Call of proposals (pdf)

Eles são pequenos, medem no máximo 1,5 centímetro de comprimento, existem em números prodigiosos e mudam de cor. São camarões da espécie Hippolyte obliquimanus, que vivem ao longo de todo o litoral brasileiro, sempre associados a bancos de algas.

©2013 Centro de Biologia Marinha da Universidade de São Paulo
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